Análise: HeartCatch Precure!

Olá pessoal, como estão? Espero que estejam bem!

Depois de uma certo tempo, trago a vocês uma nova análise!  Estou certa que esse anime quase ninguém assistiu, mas ao menos ouviram falar por aí. Trago a vocês, Heart Catch Precure!

Ficha técnica:

Título: Heartcatch Precure

Formato: Anime

Episódios: 49

Ano: 2010 – 2011

Estúdio: Toei Animation

Produtor: Atsutoshi Umezawa

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Sinopse: Cada pessoa ao nascer recebe uma flor que fica alojada nos seus corações. Todas elas são ligadas à Grande Árvore dos Corações, que são protegidos pelas lendárias Precures. Tsubomi Hanasaki tem sonhos envolvendo a Precure Moonlight sendo derrotada por forças maléficas que querem destruir a Árvore dos Corações. Ao chegar à nova cidade com seus pais, ela conhece Erika Kurumi, a quem não se dá bem de início. Em uma confusão, Tsubomi descobre que ela tem o poder se transformar em uma Precure, assumindo assim o codinome Cure Blossom. E coincidentemente, Erika também se tornar uma Cure, a Cure Marine. Juntas, elas lutam contra os Desertrians, que querem destruir a Grande Árvore dos Corações!

 

Análise

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Antes de começar a falar sobre o anime em si, eu queria falar antes sobre a franquia Precure. como um todo. Ela se iniciou em 2004, numa época em que o gênero Magical Warrior Girl estava em baixa (a maioria dos animes do mesmo gênero não conseguiam emular o sucesso de Sailor Moon), com o título Futari wa Pretty Cure – era uma série de garotas mágicas que combatiam o mal.

 

Futari Wa fez sucesso não apenas entre as crianças, mas também com o público mais maduro, especialmente por conta de cenas de lutas pouco convencionais para o gênero, além da presença de paródias das convenções de Magical Girl ajudaram a construir a fama, o que fez com que as protagonistas dessa série, Cure Black e Cure White receberem até hoje em outros animes, séries de tv e em jogos japoneses. Após o sucesso inicial, foi produzida uma segunda temporada, que não foi tão bem recebida do que a primeira. Mas foram produzidas outras séries, todas em universos alternativos.

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Heartcatch Precure foi produzido no ano de 2010, sob a direção de Atsutoshi Umezawa, que também foi responsável por Ojamajo Doremi e Cavaleiros do Zodíaco Alma de Ouro. A esse momento todos devem pensar que a arte deve ser tenebrosa, especialmente se contarmos o fator Toei das suas animações, não é mesmo?

Irei admitir que de início, a arte não me agradou muito, especialmente como os olhos das protagonistas são desenhados – são bem caricatos. Mas aos poucos, eu notei como a escolha da arte foi até mesmo adequada para o estilo da história e ao público alvo.

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O ponto mais forte do anime? Fácil, os personagens que conseguem dar um grande sustento no enredo, especialmente Tsubomi, que por conta da sua personalidade tímida, com problemas de socialização, podem fazer com que o público jovem possa se identificar facilmente com as suas dificuldades. Erika Kurumi, por sua vez, é totalmente o contrário da Tsubomi, é bem engraçada, dando um ótimo contraste entre as personagens durante boa parte dos episódios.

Pontos fracos?

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Probleminhas técnicos envolvendo a qualidade da animação? Bom, vindo da Toei Animation é quase que inevitável, ainda mais para um anime que é transmitido quase todos os domingos de manhãs no Japão (a produção deve deixar tudo pronto para ser exibido!). Mas ao menos não chegam a ser grotescos como aconteceu em Cavaleiros do Zodíaco Alma de Ouro.

 

Além disso, por ser uma série que tem interferências diretas da fabricante de brinquedos Bandai, muitos dos objetos mágicos que são utilizados pelas meninas se apresentam mais como brinquedos do que como ferramentas dentro do anime. Notem que o problema não é o fato dos objetos serem lançados no mercado como brinquedos (aliás, em Beyblade Burst, todos os piões que aparecem no anime são vendidos como brinquedos nas lojas). Mas no caso de Heartcatch Precure não há uma explicação exata sobre o uso de alguns dos objetos, como por exemplo os Precure Batons – por que o uso de objetos ligados à música se o tema principal do anime são flores? Mas os caras precisam fazer dinheiro né…

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Pilhas não inclusas!

 

Mas ainda assim é uma história bem cativante, a ponto de, mesmo sido encerrado em 2011, light novels serem publicados, explicando melhor os futuros das personagens. Esse reconhecimento é tão grande a ponto dos personagens de Heartcatch Precure sempre figurarem em melhores colocações dos rankings de popularidade feitas pela própria Toei.

Considerações finais:

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Heartcatch Precure é um anime que, embora seja considerado entre os fãs mais próximos do gênero magical girl como muito estimado, é uma boa indicação para quem está atrás de uma série que mantenha os mesmos ideais de Sailor Moon na história, tanto que ela conseguiu chamar uma grande parcela do público ocidental. Se você estiver a fim de encontrar um anime com personagens que sejam fáceis de se identificar, vale a pena conferir Heartcatch Precure!

Gostou? Não gostou? O que você acha das minhas análises? Me sigam para novas análises!

 

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